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	<title>Forgotten Realms Rio</title>
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		<title>Forgotten Realms Rio</title>
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		<title>Todos pelo livro</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 2: A Torre Amaldiçoada]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora todos buscavam o tal livro de Damien. Logo o grupo encontrou outros mortos que se levantavam para lutar contra o grupo. Cada vez ficava mais claro que aquele era um local amaldiçoado e profano. Algo muito errado havia acontecido &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/todos-pelo-livro/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=39&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span> </span>Agora todos buscavam o tal livro de Damien. Logo o grupo encontrou outros mortos que se levantavam para lutar contra o grupo. Cada vez ficava mais claro que aquele era um local amaldiçoado e profano. Algo muito errado havia acontecido ali para que os mortos não conseguissem descansar em paz. Quando encontraram uma biblioteca, todos ficaram animados de que o livro seria encontrado e logo todos sairiam daquele lugar horrível. Mas logo o otimismo deu lugar a decepção ao notarem que a gigantesca maioria dos livros estavam completamente destruídos. Enquanto procuravam por algo que houvesse sobrevivido ao tempo, o som de </span><span id="more-39"></span><span lang="PT-BR">uma explosão tomou conta da sala. Kar-Dal estava envolta em chamas, tão assustada e preocupada em apagar o fogo, que nem notara a porta escondida que havia se aberto a sua frente quando ela, sem querer, disparou uma armadilha mágica. Na sala secreta havia um pequeno tesouro, mas nada de diário, pelo menos não o de Damien. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>O grupo decidiu continuar a exploração de outras salas. Numa delas, Kar-Dal encontrou o que parecia ser um templo a algum deus maligno e, nessa sala, Tordek e Galdor quase pereceram diante dos ataques demoníacos de um gato em decomposição. A criatura era de tal malinidade, que fazia com que os ataques do anão e do ranger não só fossem inúteis, mas também de uma ineficiência tal que só pioravam a situação. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Logo depois, em outra armadilha, Max caiu em um fosso que, para sua sorte, imaginava ele até então, estava cheio de água e algo mais. Uma outra criatura gélida, de imenso fedor e horros, desferia golpes insessantes em Max. Cada fez que a criatura tocava Max, ele sentia um frio de outro mundo. Mas mesmo assim, Max destruiu este mal, e ainda recuperou da criatura um símbolo do mesmo deus maligno que parecia tomar conta do local. Os cinco imaginaram que aquele local, deveria representar o inferno na terra. O cheiro horrível, a escuridão, o horror e a insanidade tomavam conta de cada cômodo que eles entravam. Cada nível que eles desciam. Mas os heróis buscavam força e se animaram quando Max, em dois golpes, derrubou três mortos-vivos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Porém, quando os ânimos melhoravam, logo acontecia algo que os fazia lembrar do horror que estavam vivendo. Primeiro quando Max e Galdor foram surpreendidos por uma criatura, meio lama meio árvore, com muitos tentáculos, quase levou suas vidas com ataques rápidos. A criatura rapidamente enrolava Max e Galdor em seus tentáculos e os tragava para dentro da lama, onde sem respirar e sem ver nada, precisavam usar de toda sua força para conseguir ir a superfície e respirar, só para ser trazido ao fundo novamente por novos ataques. Enquanto isso, Troken e Kar-Dal, em desespero, tentavam de tudo para ajudar os colegas. Somente após diversos ataques, após ter sido atingida por golpes de espada, por escudos, por fogo e garrafas de vinho, a criatura desistiu e sumiu.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Mas antes que pudessem se recuperar, um novo desafio surgia diante do grupo exausto. Logo após a difícil luta na lama, Torken e Max foram pegos em uma armadilha natural formada pelos detritos de uma torre caída. Ambos quase morreram soterrados e só com muito esforço conseguiram sair do local. A essa altura Max estava tão ferido que entrara em coma. Torken também, apesar de conciente, estava tão ferido que mal consegui se manter em pé. Os outros estava feridos e exaustos. Sem notar e sem se preocupar com a morte, Galdor, Torken, Bia Lu e Elessar caíram no sono. Kar-Dal ficou de vigia buscando uma solução para os problemas que o grupo aidna enfrentaria.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>A desesperança tomava conta de todos. Após descansar, a maioria dos ferimentos de cada um estava curados. Max acordara. Todo o complexo avia sido explorado e nada de diário. Só faltava um local. A torre caída. Mas chegar lá seria difícil, como havia ficado claro anteriormente. Só havia uma possibilidade. Descer por por uma janela da outra torre. Porem, tudo que eles tinham era uma simples corda e a descida seria de mais de quinze metros de altura. Seria uma descida difícil e sem a possibilidade de erros. Tordek foi o primeiro a descer e o primeiro a cair. Não é a toa que os anões tem a fama de terem sido esculpidos direto da pedra pois Tordek não morreu. Ficou muito ferido numa queda que mataria uma pessoa comum. Ainda assim, a queda de Tordek foi um aviso, aumentando a insegurança dos outros. Porém Tordek foi o primeiro e último a cair.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Se o complexo anterior gerava horror, a torre caída pelo menos despertava um “quê” de admiração. Não pela sua cosntrução, mas pelo seu estado em si. O fato de estar deitada criava ambientes que jamais seriam imaginados. Portas no chão, paredes e teto. Escadas que corriam o teto, descia pelas paredes, se entortavam para o chão e, ao invés de levar a pessoa para cima ou para baixo, atuava mais no sentido de levar para a sala da frente. Corredores de um metro de altura e três de largura davam o toque final, o que gerava certa tontura e desconforto. Após três salas quietas e indescritíveis, o grupo chegou ao final da torre onde um ser solitário se abraçava a um livro. Damien! Ou o que restou dele e de seu cérebro. Não conseguindo conceber a presença de algo tão horrível o grupo partiu para o ataque. Damien se tornou uma criatura amaldiçoada. Em algumas horas demonstrava uma destreza sobrenatural, alternada por momentos em que sua mente parecia esquecer dos agressores tornado ele um alvo fácil. A bondade deixava Damien ainda mais atormentado e a luz divina o enfurecia. Nestes momentos Damien se tornava um inimigo formidável! Mesmo com os golpes poderosos de Max e com todos os outros integrantes sempre acertando seus golpes com perfeição, Damien resistia. A batalha foi longa e Kar-Dal e Torken foram os mais feridos, atingidos em cheio pela fúria da criatura. Por alguns isntantes, o grupo achou que talvez Damien não fosse sucumbir. Mas então ele caiu, inerte, com seu livro ao lado dele. Eles não haviam notado, mas Damien lutou o tempo inteiro com seu livro em uma das mãos. O que será que ele tanto protegia?</span></p>
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		<title>O sacrilégio.</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:54:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 2: A Torre Amaldiçoada]]></category>

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		<description><![CDATA[Naquela tarde de verão, Bia Lu ficou encarregada de preparar os arredores do circulo de pedras para a cerimônia que seria realizada a noite. Chegando no local, ela escutou vozes de três ou quatro homens vindo da direção do local &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/o-sacrilegio/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=37&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span> </span>Naquela tarde de verão, Bia Lu ficou encarregada de preparar os arredores do circulo de pedras para a cerimônia que seria realizada a noite. Chegando no local, ela escutou vozes de três ou quatro homens vindo da direção do local sagrado. Apesar do local não ser um segredo entre as comunidades do vale, o respeito, e medo, pelos druidas fazia com que as pessoas raramente viessem aqui, a menos que fosse uma cerimônia oficial. E este simples pensamento, fez com que Bia Lu se aproximasse com cautela, se escondendo para observar quem estava a frente e o que queriam. Para sua surpresa e indignação, dois homens, um elfo e um anão estavam cavando no local. Um absurdo! Um ultraje!! Como ousam?<span> </span>Pensou ela. Rapidamente, ela correu de volta procurando por Amafrey que estava no acampamento druídico com Gallad e Kar-Dal preparando as oferendas para mais a noite.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span id="more-37"></span><span lang="PT-BR">Amafrey e Gallad quase não acreditaram que pessoas estavam profanando um local sagrado. Que se arriscariam trazer a ira de Sylvanus. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Apesar da indignação, esta era uma situação nova para as quatro mulheres. Gallad, a mais velha, decidiu que Bia Lu deveria voltar ao círculo e obeservar o que os estranhos queriam e fariam. Enquanto isso, Kar-Dal cuidaria do acampamento enquanto elas, gallad e Amafrey, procurariam por Thersos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Prontamente Bia Lu voltou ao circulo mas os estranhos já não estavam mais lá. Ela via que havia um buraco no chão e que uma corda, amarrada a uma das pedras sagradas, se dependurava para dentro. Ela decidiu seguir os estranhos com cautela e, acima de tudo, curiosidade. Ela nunca suspeitara de uma caverna abaixo do círculo e, imaginava, que Amafrey e Gallad e, quem sabe, Thersos, provavelmente também não sabiam desse fato. Bia Lu desceu pela corda para uma caverna perfeitamente circular com um caldeirão no centro. Obviamente, esta não era uma caverna, mas sim algo construído por alguém com grande inteligência. Não havia sinal dos estranhos ali, que, se não haviam sido desintegrados por alguma maldição de Sylvanus, só poderiam ter decido por um pequeno alçapão próximo a parede. Bia Lu fez uma pequena prece, fazendo que a pedra em sua tiara se iluminasse igual a uma tocha. Ela viu que haviam escadas que levavam para o nível inferior e, cautelosa, desceu os degraus de pedra até uma pequena alcova com uma porta, uma porta normal, para seu espanto. Do outro lado da porta não havia ninguém, apenas outra sala redonda, que parecia estar abandonada e esquecida por séculos. Sinais de vandalismo recente mostravam que os estranhos haviam passado por aqui procurando por algo. Ao longe, ela podia escutar suas vozes vindo de uma outra escada que descia ainda mais. Bia desceu pelas escadas, tomando todo cuidado possível, conseguindo dicenir cada vez mais a conversa dos homens a frente. Mas então, eles ficaram em silencia e ela escutou um deles avisando aos outros que eles estavam sendo seguidos. De repente Bia sentiu um frio na espinha e, tomada pelo medo, correu de volta. Mas chegando a sala anterior, para seu desespero, a porta que ela havia passado a poucos instantes havia desaparecido e, antes que ela percebesse, estava cercada pelo estranho grupo. Os homens não se mostraram hostis e após uma série de perguntas cautelosas e, tomada pela curiosidade e, claro, a impossibilidade de retornar, Bia decidiu seguir com o grupo, que estava ali buscando algo que ajudaria eles a encontrar e acabar com a vida de alguém que espalhava a doença e miséria pelo mundo. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Os cinco voltaram a descer as escadas, indo cada vez mais fundo na torre. No terceiro nível, de cima para baixo, eles chegaram a uma sala com várias camas e esqueletos. Para o horror geral, os esqueletos se levantaram e atacaram. Uma luta ferrenha tomou conta da sala apertada e Bia Lu se mostrou uma excelente combatente, derrubando dois esqueletos. Quando todos os esqueletos estavam inertes no chão, e antes que a adrenalina baixasse, o grupo levou um novo susto quando Kar-Dal entrou de súbito na sala. Novamente os ânimos se exaltaram e a tensão tomou conta da conversa. Kar-Dal entendeu os motivos do grupo, mas não aceitava a depravação do círculo. Muito preocupada com Bia Lu e tomada de raiva, ela entrara na torre e descera até ali sem ter tempo para pensar no que realmente estava acontecendo. No fato que Thersos não havia descoberto um local místico, mas sim as ruínas de uma antiga tragédia.</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/forgottenrio.wordpress.com/37/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/forgottenrio.wordpress.com/37/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/forgottenrio.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/forgottenrio.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/forgottenrio.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/forgottenrio.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/forgottenrio.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/forgottenrio.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/forgottenrio.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/forgottenrio.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/forgottenrio.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/forgottenrio.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/forgottenrio.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/forgottenrio.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/forgottenrio.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/forgottenrio.wordpress.com/37/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=37&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A Torre Enterrada</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 2: A Torre Amaldiçoada]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase um século de escuridão foi subitamente quebrada quando um raio de sol entrou pelo teto. E o ar que permaneceu estagnado por quase um século, agora era renovado pelo alçapão aberto. Tordek, Elessar, Galdor e Max olharam pelo buraco &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/a-torre-enterrada/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=35&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span> </span>Quase um século de escuridão foi subitamente quebrada quando um raio de sol entrou pelo teto. E o ar que permaneceu estagnado por quase um século, agora era renovado pelo alçapão aberto.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Tordek, Elessar, Galdor e Max olharam pelo buraco no chão, para dentro da escuridão que pouco revelava aqueles que não podiam ver no escuro. Mas mesmo Tordek e Elessar, ambos com olhos treinados para a escuridão, não viam muita coisa, pois além do buraco, uma espessa camada de teias, que mais </span><span id="more-35"></span><span lang="PT-BR">pareciam tecidos leves de seda, bloqueava qualquer visão além de um metro. Já acostumado com essas situações, Tordek sabia que fogo rapidamente removeria as teias que se inflamam facilmente. Logo eles estavam descendo por uma corda os 3 metros que os separavam do fundo do buraco.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;" lang="PT-BR"><span> </span>Tordek, o primeiro a descer, viu que aquele buraco não era uma simples caverna, mas sim, uma sala circular de construção perfeita. No centro da sala, um velho caldeirão empoeirado e no chão, em volta do caldeirão, um círculo desenhado, com um pentagrama no meio e inscrições de aparência diabólica, que fizeram Tordek sentir um arrepio. Antes que Max decesse, Tordek limpou o desenho no chão para tentar entender do que se tratava e, ainda agachado, um vortex de luz se formou dentro do caldeirão. Do alto, seus colegas notaram algo errado, mas, antes que pudessem ajudar Tordek, uma coluna de fogo surgiu do caldeirão e de dentro dela saiu a mais horrenda das criaturas que Max, Galdor e Tordek jamais imaginaram. Elessar não viu nada. Não que estivesse cego, pelo contrário, seus olhos élficos, sensíveis os detalhes, viam apenas o rosto assustado de Galdor e Max, enquanto Tordek rolava e se escondia no buraco vazio e escuro. Tordek procurou uma posição de defesa e esperou pelo pior. A criatura, inominável e indescritível, com seus 3  metros de altura, se aproximou e com um único golpe, jogou Tordek, desacordado, contra a parede. Max, assustado e enfurecido pulou na sala para combater a criatura e defender o anão. Galdor deceria logo em seguida, mas Elessar o segurou e avisou que nada havia lá! Tordek estava sozinho, se jogando contra a parede. Que uma ilusão havia tomado conta da mente de seus amigos. Diante de algo que parecia inacreditável, foi fácil buscar forças para dissipar a ilusão maldita. Então Galdor viu que a sala estava vazia, com exceção a Tordek desmaiado num canto e Max que brandia sua espada contra algo que só existia em sua imaginação. Galdor e Elessar gritaram para Max, avisando a ele que a mente dele estava sendo enganada e antes que a criatura desferisse um golpe contra ele, Max concentrou seu pensamento, colocando a idéia de ilusão em foco, vendo aos poucos, a criatura desaparecer até que as sombras e o silêncio fossem tudo que restasse. Agora os amigos sabiam que estavam na torre de Damien e que, a vida não seria nada fácil aqui dentro.</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/forgottenrio.wordpress.com/35/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/forgottenrio.wordpress.com/35/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/forgottenrio.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/forgottenrio.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/forgottenrio.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/forgottenrio.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/forgottenrio.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/forgottenrio.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/forgottenrio.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/forgottenrio.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/forgottenrio.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/forgottenrio.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/forgottenrio.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/forgottenrio.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/forgottenrio.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/forgottenrio.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=35&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Discipulas da Natureza</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:49:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Capítulo 2: A Torre Amaldiçoada]]></category>

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		<description><![CDATA[Já fazia quase vinte anos que Thersos, o Verde, havia encontrado o místico círculo de pedras. Poucos sabem da vida de Thersos, além do fato de que ele veio de uma terra distante, mas muitos confiaram nele, com esperança de &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/discipulas-da-natureza/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=31&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR"><span> </span>Já fazia quase vinte anos que Thersos, o Verde, havia encontrado o místico círculo de pedras. Poucos sabem da vida de Thersos, além do fato de que ele veio de uma terra distante, mas muitos confiaram nele, com esperança de que, um culto divino em um local sagrado, um dos poucos no vale, traria tempos melhores ao Vale do Vento Gelado. Logo muitos se candidataram a discípulos do deus Pai, mas Therseus deixou claro que, a cada geração, aceitaria apenas dois discípulos. Seus primeiros discípulos foram Gallad e Amafrey, duas irmãs bárbaras da tribo do Alce, cuja a mãe havia morrido de uma doença estranha e o pai não aceitava criar. Ambas logo se mostraram boas druidas e passaram a ministrar cerimônias a Sylvanus antes de atingir os 20 anos. E quando Gallad, a mais velha, iria comemorar o vigésimo inverno, Therseus lhe deu um presente. Naquela noite fria, logo após a cerimônia de passagem de Gallad, Therseus revelou que encontrara, deitada na neve, um bebê que, de tão gelado, quase não se sentia seu coração bater. O presente de Therseus era esta criança, que Gallad teria que criar como uma filha. Gallad a chamou de Kar-Dal que, na língua local significa “Nascida no gelo”. Dois anos depois, Therseus trouxe ua nova criança, só que agora, nos vinte invernos de Amafrey. Está menina, havia sido escolhida na tribo do Alce para se tornar a nova druida. Pequena e tímida, Bia Lu Heather tinha uns quatro anos e já era grande o suficiente para saber que nunca mais veria sua família.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>As meninas cresceram juntas, como irmãs de mães diferentes. Em momentos de maior emoção, Kar-Dal chamava Gallad de mãe, diferente de Bia Lu que respeitava Amafrey, mas se considerava sem mãe. Tudo isso facilitou para que Bia Lu entendese a filosofia da neutralidade e seguisse os passos druídicos. Já o sentimento de lealdade e amor que Kar-Dal tinha por Gallad, fez com que ela questionasse essa “neutralidade”, não entendendo este afastamento que os druidas mantinham, julgando que, se uma pessoa não poderia ser leal, nem mesmo a própria família, então algo não estava certo. Mas Kar-Dal, assim como Bia Lu, amava Sylvanus, amava a natureza e decidiu que se tornaria uma defensora da fé, uma clériga, mas sem o radicalismo e o afastamento dos druidas.</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;" lang="PT-BR"><span> </span>Novamente, por outros vinte anos, ambas foram criadas de acordo com os ensinamentos e viveram afastadas de tudo até este dia, quando o círculo místico foi profanado.</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/forgottenrio.wordpress.com/31/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/forgottenrio.wordpress.com/31/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/forgottenrio.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/forgottenrio.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/forgottenrio.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/forgottenrio.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/forgottenrio.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/forgottenrio.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/forgottenrio.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/forgottenrio.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/forgottenrio.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/forgottenrio.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/forgottenrio.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/forgottenrio.wordpress.com/31/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/forgottenrio.wordpress.com/31/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/forgottenrio.wordpress.com/31/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=31&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Regis e Drizzt</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 2: A Torre Amaldiçoada]]></category>

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		<description><![CDATA[A viagem até Lonellywood é tranqüila e segura, durando poucas horas. Logo eles encontram a loja de Regis, um halfling eloqüente, que adora os atersanatos que fabrica, muito carismático e com uma personalidade intrigante. Regis recebe o grupo de braços &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/regis-e-drizzt/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=29&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">A viagem até Lonellywood é tranqüila e segura, durando poucas horas. Logo eles encontram a loja de Regis, um halfling eloqüente, que adora os atersanatos que fabrica, muito carismático e com uma personalidade intrigante. Regis recebe o grupo de braços abertos e, após os negócios e o café da tarde, escuta o que o grupo procura. Regis diz que pode ajudar, mas que pedirá um favor em troca. Ele explica que o ermitão é um bárbaro que lhe fornece as maiores cabeças de truta. Regis colocará o grupo em contato com o bárbaro se o grupo trouxer algumas coisas para ele. O grupo aceita a troca de favores e Regis explica que eles devem ir para o norte, por dois dias, até um local conhecido com Árvore Solitária. Lá eles deverão esperar por Drizzt, um excelente guia que os levará até o bárbaro, que vive no Mar do Gelo Andante. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span id="more-29"></span><span lang="PT-BR"><span> </span>A viagem, sem estrada e com muita neve, é terrível! O único preparado é o anão que consegue andar com tranqüilidade na neve fofa, enquanto seus companheiros sovrem a cada passo. O frio terrível castiga o grupo que, no segundo dia, passa a sofrer com a hipotermia. Galdor felizmente sabe como se proteger e, aos trancos e barrancos, o grupo chega ao acampamento da Árvore Solitária. Felizmente o local é bem protegido do frio ale de possuir lenha seca para fogueira. Porém, a movimentação e o cheiro de comida atraia atenção de lobos famintos. Durante a mesma noite os cinco aventureiros são acordados pelos uivos e logo notam a presença de um lobo cinzento, enorme, com os dentes amostra, na entrada do abrigo. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Repentinamente o abrigo é invadido por uma matilha de lobos e, enquanto alguns atacam o grupo, outros correm para as mochilas em busca de comida. Elassar logo coloca alguns lobos para dormir com sua magia, enquanto Galdor e Torken espantam os outros lobos, que fogem logo que são feridos. A luta com os lobos, que não está complicada, fica ainda mais fácil quando um estranho, portando duas cimitarras, adentra ao abrigo cortando os lobos restantes. Este é Drizzt Do’Urden, um elfo negro renegado que ajuda a defender o Vale do Vento Gelado. Drizzt se revela um elfo de poucas palavras, praticamente monossilábico, respondendo as questões do grupo normalmente com um simples “sim” ou “não”. Ele só passa a falar mais quando Galdor revela sua busca. Revela que veio até aqui procurando pelo elfo negro, buscando conselhos sobre como enfrentar o dragão que causou a destruição de seu vilarejo. Drizzt passa a falar bastante de seu passado, revelando como teve sorte no combate com um dragão negro a muitos anos atrás. “Treine e estude seu inimigo” foi o que Drizzt basicamente recomendou a Galdor que não conseguiu esconder sua decepção. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>No dia seguinte o grupo, agora guiados por Drizzt, segue pra o Mar do Gelo Andante e, após dois dias de caminhada, encontram o bárbaro solitário, ou melhor, o bárbaro os encontra. Kinnukki é um homem alto, forte, vigoroso, vestido em peles de urso polar. Tirando pelo cabelo e barbas brancas e, um pouco de flacidez nos músculos, é difícil imaginar que ele tenha aproximadamente 100 anos de vida. Kinnukki é tão idoso e, a tanto tempo vive sozinho, que já não fala mais a língua atual. Com a ajuda de Drizzt e com uma magia de Compreender idiomas feita por Elassar, o grupo escuta Kinnukki falar sobre a torre de Dammien e sobra a grande maldade que existia lá. Após explicar onde ficava a torre do mago, Kinnukki alerta que ele era mal, e que muitas desgraças aconteceram após sua chegada. Essa revelação desperta um sentimento de incertezas quanto a busca de Peddyqinkle e o grupo imagina se ele não é apenas uma marionete da Host Tower de Luskan. O grupo agradece Kinnukki e pega os suprimentos que Regis pediu. Logo o grupo está de volta a Lonnelywood e a Targos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>De volta a Targos, os aventureiros decidem conversar com Peddywinkle que conta mais sobre a história de Dammien. Peddywinkle lhe dá um medalhão com o símbolo de Dammien para que eles possam identificar o diário. Ellassar, decide verificar se o medalhão é mágico e Torken nota que Peddywinkle, constrangido, esconde alguma coisa, aumentando as desconfianças sobre o mercante. Mas o grupo decide continuar a busca e na manhã seguinte parte de barco para o local onde a torre existiu.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Após alguns minutos de viagem, o grupo desembraca num local onde existe uma árvore bifurcada inclinada na direção de um circulo de pedras, que é utilizado para rituais pagãos dos druidas locais. Este é o local que Kinnukki falava, mas não há sinal de torre. Porém Torken desconfia que o círculo de pedras é na verdade, o resto de parede da antiga torre, e assim, decide cavar no local. Logo, um alçapão é revelado e agora o grupo se depara com o que pode ser a parte mais complicada desta misteriosa aventura. </span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/forgottenrio.wordpress.com/29/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/forgottenrio.wordpress.com/29/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/forgottenrio.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/forgottenrio.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/forgottenrio.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/forgottenrio.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/forgottenrio.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/forgottenrio.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/forgottenrio.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/forgottenrio.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/forgottenrio.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/forgottenrio.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/forgottenrio.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/forgottenrio.wordpress.com/29/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/forgottenrio.wordpress.com/29/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/forgottenrio.wordpress.com/29/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=29&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Targos (Flamerule – 3 A Maré do Verão)</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 2: A Torre Amaldiçoada]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente, após 21 dias, a caravana chega a cidade de Targos, a maior das cidades do Vale do Vento Gelado. O grupo se acomoda em uma estalagem e, após um bom banho, passa a noite festando, flertando, bebendo e comendo. &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/targos-flamerule-%e2%80%93-3-a-mare-do-verao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=27&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Finalmente, após 21 dias, a caravana chega a cidade de Targos, a maior das cidades do Vale do Vento Gelado. O grupo se acomoda em uma estalagem e, após um bom banho, passa a noite festando, flertando, bebendo e comendo. Nada mais merecido após uma viagem cansativa. No dia seguinte William vende suas espadas, enquanto os outros compram novas roupas.<span> </span>Peddywinkle negocia os espólios de guerra e consegue um bom butim para cada integrante da caravana. Na mesma tarde, Peddywinkle conversa com o grupo para falar sobre os próximos passos. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Peddynwinkle explica que ele está atrás de um diário deixado por um mago chamado Dammien Morienus. Segundo Peddywinle, neste diário está detalhada a busca de Dammien por uma cura a todas as doenças do mundo. Dammien morreu a mais de meio século e sua busca, ficou esquecida até agora. Peddywinkle pede que o grupo encontre o diário, oferecendo 70% de todo o resto dos tesouros que o grupo encontrar na antiga torre de Dammien. O problema é que a torre desapareceu junto com Dammien e a única pessoa que era viva nessa época, é um eremita. Peddywinkle diz que um halfling que vive em Lonellywood conhece esse eremita e que se o grupo falar com ele, poderá descobrir onde ficava a torre de Dammien.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>William não concorda com a oferta e, junto com outros membros, decidem voltar a Luskan. Assim, somente Elessar, Wyverni, Max, Galdor e Torken decidem ir até Lonellywood encontrar Regis, o halfling. </span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/forgottenrio.wordpress.com/27/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/forgottenrio.wordpress.com/27/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/forgottenrio.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/forgottenrio.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/forgottenrio.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/forgottenrio.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/forgottenrio.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/forgottenrio.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/forgottenrio.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/forgottenrio.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/forgottenrio.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/forgottenrio.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/forgottenrio.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/forgottenrio.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/forgottenrio.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/forgottenrio.wordpress.com/27/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=27&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Uma Longa Viagem</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 2: A Torre Amaldiçoada]]></category>

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		<description><![CDATA[Num dia ensolarado e quente, a caravana de Peddywinkle parte em sua jornada, de Luskan para Targos, no Vale do Vento Gelado. Durante a viagem, o grupo conversa, buscando semelhanças e diferenças, com o objetivo de alcançar um melhor introsamento. &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/uma-longa-viagem/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=24&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Num dia ensolarado e quente, a caravana de Peddywinkle parte em sua jornada, de Luskan para Targos, no Vale do Vento Gelado. Durante a viagem, o grupo conversa, buscando semelhanças e diferenças, com o objetivo de alcançar um melhor introsamento.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>A viagem é tranqüila e os primeiros dias são marcados pelo ar puro e beleza dos trigais verdes que foram plantados no inverno. Ao longo dos dias, as fazendas vão dando lugar a matas e campinas selvagens e logo,</span><span id="more-24"></span><span lang="PT-BR"> não há mais vestígios de civilização, com exceção da estrada bem conservada. A tranqüilidade da viagem, brincadeiras e a paisagem bucólica diminuem o estresse e o medo dos membros da caravana. Mas a leveza, tem suas conseqüências. Na 8ª noite de viagem, após conversas descontraídas, piadas e uma ótima janta, a maioria dos caravaneiros vai dormir, com exceção a Max e Galdor, que ficam de guarda. A tranqüilidade das últimas noites fez com que os dois não acreditassem mais em grandes perigos nessa região o que fez com que passasem mais tempo conversando que vigiando. Um grupo de orcs e gnolls, que estavam seguindo a caravana a mais de meio dia, viram a oportunidade perfeita.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span><span> </span>Galdor nota a movimentação ao redor do acampamento, mas antes que possa alertar seus companheiros, um grito de guerra rompe o silêncio da noite. Max, que já estava acordado corre para atacar os invasores, enquanto Torken, William e os demais, ainda zonzos pelo sono interrompido, tentam se levantar e se preparar para o pior. Logo o acampamento é invadido por 3 orcs e um gnoll, enquanto Max segura o outro orc e gnol fora do acampamento. O quinto orc já está morto com uma flechada certeira de Galdor. Apesar do tamanho assustador dos orcs e gnolls, a luta segue mais fácil que os aventureiros imaginavam. E em poucos minutos, todos os inimigos estão inertes no chão. Apenas Max e William estão com ferimentos leves. Um tremendo sucesso. No entanto, a adrenalina não permite que o grupo volte a ter uma noite tranqüila.<span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Após o evento do ataque noturno, a viagem passa adquirir um outro clima, mais pesado, mais carregado e mais sério. A cada dia que passa, a caravana está mais próxima da cadeia de montanhas conhecida como Espinha do Mundo. O clima agora já não é tão agradável e a paisagem, de montanhas, neves e rochas, apesar de fantástica, traz um tom mórbido a viagem. A caravana está prestes a atravessar A Passagem e os próximos dias prometem ser os mais perigosos, e o grupo logo descobrirá o porque. A Passagem é formada por vales profundos, de encostas rochosas íngremes, criando um ambiente espetacular e assustador. O jogo de sombras e o eco constante ilude a percepção dos viajantes, dando a impressão de que estão sendo constantemente vigiados. Apesar dos dias cada vez mais longos, a luz na passagem é difusa e a luz direta só chega em alguns pontos e em alguns momentos do dia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>No 12º dia de viagem, Peddywinkle decide que a caravana deve acampar em um local comumente utilizado por outras caravanas. O oásis, além de sem bem protegido do frio e de possíveis ataques, possui uma fonte de água cristalina. Torken não concorda com a parada, e acha que um local onde sempre param caravanas é mais vulnerável. Mas Peddywinkle é irredutível, dizendo que eles estão sem água e aquela será a última chance de reabastecer. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>Assim que a caravana para e o acampamento começa a ser montado, Torken e Max vão até a fonte de água para encher os barris d’água. Torken logo nota que ele estaria certo sobre o local. Ele e Max encontram próxima a fonte, os restos de uma caravana. Entre os vários corpos, eles encontram um homem ainda com vida. Após curado pela magia divina de Torken, o homem, um nativo da região, se identifica como Wyverni, um soldado da caravana atacada. Wyverni diz que a caravana foi atacada por dezenas de goblins. Após alguma discussão, o grupo decide que Galdor e Elassar devem ir atrás dos goblins para, pelo menos, saber se é seguro passar a noite neste local.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>A trilha deixada pelos goblins não é difícil de se seguir e eles logo encontram o acampamento goblim. Eles contam 7 goblins (muitos bêbados) e um Ogro (mais bêbado ainda), além das carroças da caravana atacada. Quando Galdor e Ellassar retornam, o grupo se divide quanto ao que fazer. Mais uma vez, Peddywinkle intervém e diz que atacar os goblins seria uma boa e, assim, a maioria concorda com o ataque furtivo. Max, ainda jovem e ingênuo, acredita que só terá uma luta justa se estiver tão bêbado quanto os goblins. Isso se provaria um grande erro. O grupo consegue pegar os goblins de surpresa e as flechadas de Galdor e Elassar logo tiram dois goblins da batalha. Torken, William, Max e Wyverni atacam com suas espadas, martelos e machados. Com os goblins facilmente abatidos pelas flechas certeiras de Galdor e Elassar, o ogro se torna o alvo principal de Max e Wyvern. Mas o ogro, apesar de bêbado, se mostra um combatente formidável, que não demonstra medo, cansaço ou dor mesmo com os golpes certeiros de Max e Wyverni. Com uma única porrada, o ogro joga Max ao chão e logo depois acerta Wyverni. Logo depois, uma flechada certeira no peito de Max, o coloca inconsciente, em frente o terrível ogro. Graças a duas flechas certeiras de Galdor, juntamente com o esforço conjunto de William, Torken, Ellassar e Wyverni, o ogro é derrubado e derrotado. Por fim, Elassar e Wyverni capturam o goblin arqueiro que quase matou Max. O grupo volta triunfante para o acampamento, carregando as carroças com os espólios de guerra.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR"><span> </span>No acampamento, uma nova discussão. O que fazer com o Goblin capturado? Para espanto de todos, William acha que o goblin deve lutar contra o jovem Dell, um aprendiz de carroceiro que sonha um dia se tornar um aventureiro. Dell se recusa a matar o goblin a sangue frio e o grupo argumenta contra a barbaridade de tal ato. Enquanto William tenta justificar seu ponto de vista, Peddywinkle corta a garganta do goblin em um ato inesperado, acabando com a discussão. </span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&quot;" lang="PT-BR"><span> </span>Dois dias depois, o grupo sai da Passagem e, a frente deles, uma das paisagens deslumbrantes jamais vista. Uma planície sem fim, coberta por flores da tundra. Mas ao mesmo tempo em que a vista deles se abre para uma paisagem magnífica, a audição fica comprometida com o barulho do forte vento gelado que os assola. Um uivo constante que os acompanhará pelos próximos dias.</span></p>
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		<title>Os aventureros se encontram.</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 1: E assim tudo começou.]]></category>

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		<description><![CDATA[E assim, com objetivos em comum, e com uma boa oportunidade a frente. Os elfos, o anão, Max, Lolindir, Lockney e Galdor vão a Peddywinkle, o mercante que procura pessoas habilidosas para o proteger na perigosa viagem a Targos, no &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/os-aventureros-se-encontram/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=22&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">E assim, com objetivos em comum, e com uma boa oportunidade a frente. Os elfos, o anão, Max, Lolindir, Lockney e Galdor vão a Peddywinkle, o mercante que procura pessoas habilidosas para o proteger na perigosa viagem a Targos, no Vale do Vento Gelado. A eles se junta Rafferty, um habilidoso mestre de caravana, e Dell, seu falante sobrinho que está aprendendo as habilidades do tio. A viagem a Targos deve levar vinte e um dias, e muita emoção estará presente nas próximas semanas. A aventura começa.</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/forgottenrio.wordpress.com/22/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/forgottenrio.wordpress.com/22/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/forgottenrio.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/forgottenrio.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/forgottenrio.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/forgottenrio.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/forgottenrio.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/forgottenrio.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/forgottenrio.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/forgottenrio.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/forgottenrio.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/forgottenrio.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/forgottenrio.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/forgottenrio.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/forgottenrio.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/forgottenrio.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=22&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Servo de Tyr.</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 1: E assim tudo começou.]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Ao completar os 13 anos de idade, um ano após o terrível Tempo das Pertubações, William Lockney, um filho de servidores da corte, completou seu treinamento básico na ordem de Tyr, o deus da justiça, em Waterdeep. Agora, seu tutor Aryan, tinha uma missão. Ir até Luskan e tentar manter uma igreja de Tyr. Aryan decidiu que William deveria acompanhá-lo para terminar seu treinamento como paladino da verdade e justiça. No entanto, tudo o que uma cidade pirata não precisa, são de clérigos e paladinos tentando implementar a justiça em sua cidade perfeita, onde todos os oficiais já estão comprados e ninguém liga para o contrabando e para um assassinato ou outro. Isso tornou a recém criada, e muito modesta, igreja de Tyr, mal vista pela gigantesca maioria dos habitantes de Luskan. Tirando alguns comerciantes e fazendeiros locais que ansiavam por um local mais seguro, o restante da população repudiou o novo templo. A falta de dinheiro também dificultou as coisas, e Ander, ao invez de se dedicar a religião, ensinamentos e treinos, passava mais tempo confeccionando armas que seriam vendidas para arrecadar dinheiro para igreja. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Agora com 16 anos, Ander se tornou um homem forte, belo, e com considerável respeito na cidade. Logo fez amizades, e inimizades, e aprendeu mais do que seu mestre imaginava. Com o seu mestre aprendeu a amar seu deus e seguir seus ensinamentos. Com os piratas, aprendeu a se virar nas ruas, a gostar de uma luta e a não se meter com questões políticas chatas.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">No último inverno, William ficou fazendo espadas para tentar garantir algum dinheiro para a manutenção da igreja e agora, na primavera, como nos dois anos anteriores, ele resolveu aproveitar as caravanas para Icewind Dale para vender suas espadas em Targos e conseguir ferro com os anões. </span></p>
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		<title>O andarilho e o dragão.</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 23:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leokoerich</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulo 1: E assim tudo começou.]]></category>

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		<description><![CDATA[A alguns anos atrás, Galdor, um adolescente aprendiz de caçador de uma vila nas bordas da Floresta Alta, teve sua vila devastada orcs fugindo de um dragão. Desde então, nos últimos cinco anos, ele tem se dividido entre, cuidar de &#8230; <a href="http://forgottenrio.wordpress.com/2008/07/27/o-andarilho-e-o-dragao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=18&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">A alguns anos atrás, Galdor, um adolescente aprendiz de caçador de uma vila nas bordas da Floresta Alta, teve sua vila devastada orcs fugindo de um dragão. Desde então, nos últimos cinco anos, ele tem se dividido entre, cuidar de dois órfãos do ataque, e periódicas incursões a floresta tentando saber mais, e encontrar, o dragão que atacou seu vilarejo. Sem respostas e vendo que as crianças sofriam com a ausência de alguém que lhes desse a devida atenção, Galdor decidiu levar as crianças para morar com seus tios em Luskan. Mesmo em uma viagem perigosa em que as crianças quase adoeceram, Galdor só pensava em como ele poderia caçar tal dragão. Mas também, o afastamento de sua vila, o fez pensar na possibilidade de esquecer o passado e viver uma nova vida em algum outro lugar. Mas seu passado aparentemebte o encontraria numa velha estalagem de Luskan. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="PT-BR">Numa tarde tranquila, um bardo começou a cantar o que ele dizia ser uma história que ouviu a alguns anos atrás. A lenda de um elfo negro, um drow, que sozinho derrotou o dragão Klauth, o dragão mais terrível do norte, e da Floresta Alta. Este drow, chamado de Drizzt Do&#8217;Urden se aventurou em muitas coisas e se juntou a um grupo com um bárbaro, um rei anão e um halfling. Para Galdor, ficou claro que a canção falava do dragão que atacou sua vila e que esse tal Drizzt poderia ajudar com informações valiosas. Ao perguntar ao bardo o que acontecera a Drizzt e onde ele vivia, o bardo respondeu que as lendas dizem, que Drizzt vive em Icewind Dale. Mas alertou. &#8220;Tome cuidado, pois as lendas tendem a florear as histórias. Drows nunca são amigos!&#8221;. Galdor decidiu. Iria para Icewind. Só precisava saber como.</span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/forgottenrio.wordpress.com/18/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/forgottenrio.wordpress.com/18/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/forgottenrio.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/forgottenrio.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/forgottenrio.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/forgottenrio.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/forgottenrio.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/forgottenrio.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/forgottenrio.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/forgottenrio.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/forgottenrio.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/forgottenrio.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/forgottenrio.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/forgottenrio.wordpress.com/18/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/forgottenrio.wordpress.com/18/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/forgottenrio.wordpress.com/18/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=forgottenrio.wordpress.com&amp;blog=4240320&amp;post=18&amp;subd=forgottenrio&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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